quinta-feira, 24 de junho de 2010

uma leitura otimista

A arte da leitura ao redor é algo mágico.
Ver por onde a luz incide para quem não sofre da visão é algo natural, mas enxergar na escuridão é divino.
Busco a leitura entre e no entorno do meu espaço mas com a ousadia de visualizar no breu. Assim tem sido minhas investidas neste blog onde procuro, vendo o corriqueiro, me transportar para além, com o compromisso do descompromisso.
Vi uma das poucas partidas desta copa, exceto os da Argentina que é meu compromisso com a arte, e me surpreendi com belos lances do time do Japão.
A pintura de uma falta bem batida ao estilo e requinte de um Zico. Um outro gol dos japoneses asssemelhou a muitos feitos por Neymar e Ganso. Estes dois arrasariam na Africa com a dança da Branca de Neve. 
O espetáculo apresentado pela esquadra de Japo-dekasseis me fizeram “viajar” pela escuridão das redondezas do Caju e ver uma tênue luz no fundo do poço. Associei a qualidade repentina dos japoneses ao treinador que por lá passou há pouco tempo atrás. Sim, justamente Zico, o craque das brilhantes cobranças de faltas e de belos gols.  Lembro que nos anos 70, oriental só jogava no meu time se trouxesse a bola e assim mesmo ficava na reserva do gandula. Mas como eles aprenderam aquele toque de letra que o Honda  (é mole!) deu no dinamarquês.
 Recentemente contratamos para treinar o horroroso time do meu Atlético o P.C. Carpegiani. Craque da geração de Zico. Jogaram juntos e entende da delicada arte de tratar a “jabolani” com carinho.
Pois bem! Com esta intertemporada provocada pela transmissão da Copa da Vuvunzela, poderá ele repetir o milagre do galinho no Japão.
Imagino Carpegiani e seus filhos ( o auxiliar e o empresário de jogador) transformando Rodolfo e Chico em Tanaka e Honda.

Estou ansioso pelo milagre.
Aproveito para difundir: “CALA BOCA MALUCELLI”!


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