sábado, 19 de junho de 2010

Cala boca, Malucelli




Na esteira do movimento "CALA BOCA GALVÃO" que bomba no Twiter, dando um recado malcriado para o insuportável funcionário da Globo, eu proclamo um basta nas malditas declarações do presidente Marcos Malucelli, do Clube Atlético Paranaense. - Cala boca Malucelli!
A última pérola do MM, em entrevista a uma radio local, nesta sexta-feira: -"Pessoalmente, eu descartaria a Copa. Não vejo qualquer razão para a Copa na Arena, mesmo com os recursos. Interessava a quem comandava o clube na época".
Cala boca Malucelli!
Ele esquece que quando abre a boca, infelizmente, não fala por ele, mas fala em nome de uma nação de rubro-negros, fanáticos atleticanos, como eu, e que neste episódio, pior ainda, fala pelos paranaenses. Cidadão! Não quer a Copa em Curitiba, então que deixe a presidência do clube, vá pra casa, cuide da sua vida. O mais difícil foi conseguido que foi a aprovação pela FIFA da Arena sediar os jogos da Copa do Mundo em 2014.
É mediocridade pensar que a copa vai eternizar o Petraglia como o maior e mais importante dirigente do futebol paranaense. Isto é apenas um detalhe.
Diz o equivocado presidente que uma entidade que está se formando (a qual eu, particularmente, não era favorável) para aglutinar os sócios pagantes do CAP não representa os sócios. Ledo engano. E se esta Associação tiver 20 mil associados e organizadamente deixarem de pagar, aí ela representará ou não o que você chama de quadro social. Basta!

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Licitação.
Li num blog uma idéia que me pareceu bastante interessante. 
Muda-se o foco de quem é o interessado em sediar o maior evento do mundo em Curitiba. Deixa de ser o Atlético e passa a ser o Governo Estadual e/ou Municipal.
Pela quantidade de recursos financeiros que serão alocados pelo Governo Federal em nossa Capital, em função de ser sede da Copa, pela intensa movimentação na economia local e no aumento do consumismo nas áreas de serviços (hotelaria, gastronomia, transportes, comunicação, mídia, turismos, etc), gerando aumento do recolhimento de impostos, no movimento de pessoas, na melhoria dos mobiliários urbanos, na aplicação de recursos para a infra-estrutura das avenidas, do aeroporto, do porto, das rodovias, do ganho políticos para governantes, enfim, o beneficio para a sociedade curitibana, para população da região metropolitana e cidades adjacentes, incluindo Foz do Iguaçu, Londrina, é inadmissível perder essa oportunidade. Só um imbecil vê nesta hipótese algo de bom.
Um estadista vê neste cenário razão mais que suficiente para bancar este evento. É de interesse público.
É de interesse do Estado a realização da Copa em Curitiba.
Para realizá-la entre muitas outras coisas importantes precisa de uma praça esportiva para os jogos.
O Governo, promotor do evento, coloca em licitação a contratação do local e sendo publica é aberta a todos os que se habilitarem desde que atendam as exigências da FIFA e teríamos vitorioso o que oferecesse menor preço, inclusive.
O Atlético, com seu projeto aprovado junto ao órgão esportivo, apresentaria sua proposta de 150 milhões e os demais que quisessem concorrer não conseguiriam valores menores que 400 milhões, ficando aprovado o de valor menor.


Seria como, se para bancar uma reunião mundial sobre a defesa da Amazonia, em Curitiba, o Governo precisa-se de uma frota de helicópteros
para deslocamento das autoridades e não tendo aeronaves próprias teria que contratar abrindo licitação. A empresa que apresentasse melhores condições levaria. Depois do evento o Governo não fica com os equipamentos. A empresa é privada, assim como são as agencias de publicidade que ele contrata para divulgar seus programas, ou não. LICITAÇÃO.

 


 

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