terça-feira, 1 de junho de 2010

O auxiliar tecnico e o nepotismo esportivo

É sabido que o Antonio Lopes assume com o Júnior a tiracolo. Assim é o Geninho, o Espinosa, Mário Sérgio e agora me surpreendi também o Carpegiani. Conheceremos o Rodrigo Carpegiani no outro lado do celular. Emprego bom este de não necessitar de diploma, de não precisar ter que estudar ferozmente para passar em concurso ou enfrentar chá de cadeira para entrevista num emprego qualquer. Emprego qualquer não. Um senhor emprego. Salário negociado pelo pai, independente de sua capacidade, viagens, hotéis, luxuosas acomodações e escritório com mordomia e status de manager do futebol. Uns, acredito sequer fez troca troca em vestiário e não poderiam opinar sobre a discutível qualidade  da bola da copa. Qual é o verdadeiro e "importante" papel do "auxiliar do técnico" que eles asseguram que devem ser exercido pelo sangue do próprio sangue. Curioso este nepotismo esportivo. Antigamente poderia se dizer que era para reforçar o caixa da família, uma vez que os treinadores eram uns abnegados, trabalhavam por devoção. Hoje com valores estratosféricos beirando a 200, 300 mil com o acréscimo de 30 a 40% dos filhotes, sangra os cofres dos clubes. Mas qual é o importante papel do filho auxiliar? E no meu time, o Atlético Paranaense, além do rebento ainda ficamos com o incompreensivo (não quis dizer incompreendido) do Leandro. Poderia se dizer que é confiança. Então é melhor o PC consultar o Lopes sobre episódio envolvendo o Bolicenho e o Leandro. Se é confiança então eu defendo que os juízes de futebol, dada a importância e a dependência total nos seus auxiliares, estes deveriam ser os seus filhos. Até economizaríamos o refrão "filhos da P..." que valeria para o trio já que a mãe seria a mesma.
Como os clubes ficarão reféns desta anomalia? Quando daremos um basta neste circo de pagar milhões pelo "professor" sem que eles sejam responsabilizados pela má campanha, pelos insucessos do "projeto" que dizem ter. Será que existe algum treinador que tem como auxiliar ( neste caso aconselhador) o pai. Teríamos uma curiosa relação de filho mandando no pai. E por que não envolvermos a mãe, a sogra. Opa! A casa já é da SOGRA.
Em tempo: Veja o que PC  respondeu quando no Vitoria (?!sic)
Carpegiani – O Rodrigo me acompanha há um bom tempo e faz parte de todo o trabalho. Não ganha nada, não está na folha de pagamento do clube e é bom que se frise isso. Ele faz parte da minha comissão porque tem grande utilidade no trabalho que nós desenvolvemos. Ele faz todo um trabalho de análise dos outros times e do nosso, programando todos nossos interesses de treinamento e conhecimento dos nossos adversários. Com essa análise bem profunda, eu o classificaria como minha agenda inteligente, que esteve comigo ao longo desse percurso por times que passei e agora no Vitória.

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