Chego a esta conclusão sorvendo uma taça de Catena Zapata Malbec Adrianna 2006 que confesso me transporta para lugares que nunca estive, mas que reconheço no primeiro gole.Ouvindo Gardel:
"Por una cabeza, todas las locuras.
Su boca que besa, borra la tristeza, calma la amargura"...
Me embalo em devaneio com uma alegria indescritivel e convicto de estar feliz.
Teria sido eu um mano argentino nos anos 50?
Bom, só sei que a minha passagem de cinco dias por Buenos Aires me impressionou e me revelou uma identidade que alegra meu coração. Pena que não descobri esta delicia antes e talvez em companhia de meu pai. Tenho a certeza de que iria gostar.
Ainda vou voltar mas, enquanto isso chego a mais uma conclusão vendo o rebaixamento do River no campeonato argentino. A forma como ela aconteceu, em seu estadio, lembra a guerra campal dantesca vista em 2009, em Curitiba, que envergonhou a todos nós.
Daí concluo que sou Boca. Simples, basta ver a semelhança. Trata-se da matriz repetindo o que a filial fez.
Sou Boca!
Messi é meu ídolo e se quiser saber torço pro Mano nesta Copa que será na Argentina. Mano Menezes porque o meu devaneio não é pra tanto!

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